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Meu dia-a dia; minhas experiências rotineiras se dão de maneira extremamente distintas quando foco no “Como” quero que meu dia se desenrole; “Como” quero fazer determinada atividade; “Como” quero encarar certa situação; “Como” enxergo os outros. Independentemente de “o que” eu faça, tenho a escolha de optar pelo “como”.

Posso enxergar o dia como um punhado de obrigações a se cumprir para depois deitar no sofá ou como uma possibilidade de viver momento a momento da maneira mais prazerosa possível. Posso lavar a louça de uma forma leve ou fazer isto com uma postura de “que saco lavar a louça; queria estar em outro lugar”. Posso lidar com uma situação no trabalho pensando que o colega é o “inimigo” e quer me prejudicar ou saber que ele é como eu, merece toda consideração e possui um mundo de dilemas que todo ser humano tem. Posso ficar me arrependendo por algo que passou e não tem volta e esquecer de viver este momento. Posso ficar me “chicoteando”, pois não comecei a escrever aquele artigo ou marcar um horário na agenda para realmente fazê-lo. Você se anima de colocar mais exemplos nos comentários?

Há consequências. Nosso corpo escuta estas histórias, revive estes pensamentos; reage a estes estímulos… Mas esquecemos de que “Life is what happens when we’re busy making other plans” -John Lennon. (A vida é o que acontece quando estamos ocupados fazendo outros planos). Se nossas vidas são estas experiências rotineiras, que qualidade queremos dar a elas?

Roberto Chiodelli

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